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Vida q. b.

A vida. Nem sempre escorreita mas também nem sempre difícil e onde sempre existe motivo para sorrir, mesmo que para disfarçar as lágrimas.

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04/10/16

Madeira... um bocadinho especial deste Portugal

 

Já viajei mais do que muitos mas ainda pouco para aquilo que desejo. Mesmo em Portugal sinto que me falta conhecer tanto ainda. Foi assim que aproveitei a oportunidade de visitar a Madeira.

 

Quando se trata de conhecer novos mundos encontro uma sede inesgotável e confesso que a Madeira foi uma surpresa em mais de um sentido.

 

1.º A familiaridade não familiar

 

Parece confuso? Não é de facto. Tinha uma noção do Funchal, uma imagem, que verifiquei não ser totalmente desvirtuada mas também não era exacta. É tão maior do que imaginava... a cascata de branco que ameaça chegar ao topo da montanha enquanto desagua no mar de água límpida, tão calma que parece um lago.

 

Na cidade convive o familiar dos cilindros verticais de correio vermelhos e azuis (já uma raridade no Continente) e os autocarros (iguais aos antigos da Carris), com o não familiar dos táxis e o trabalho da calçada com o seu jogo branco e negro retinto do dominante basalto.

 

E o português... não me chocou em nada o sotaque, sotaques todos nós temos, torna-nos especiais de alguma forma, mas soa tão familiar e tão diferente ao mesmo tempo.

 

2.º As paisagens e a diversidade climática

 

Nada me tinha preparado para a diversidade de paisagens.

 

 

Nada me tinha preparado para os três níveis de clima (tropical, continental,pirenaico).

 

 

Nada me tinha preparado para, numa subida, começar nos 26 graus e terminar nos 13 graus; começar com bananeiras e terminar em pinheiros nórdicos.

 

3.º O mar

 

Não esperava o Atlântico de águas límpidas que me recebeu. Um Atlântico de águas limpas, puras, e de um azul profundo que é díficil captar até em fotografia.

 

Um Atlântico que a Sul mal tem ondas ou aroma e a Norte é tão mais o nosso Atlântico em ondulação de cheiro a mar.

 

Não esperava o som dos seixos a rolar sob o apelo da onda que retira na praia. Um som incrível que me apanhou completamente desprevenida.

 

4.º O madeirense

 

É português, tem orgulho nisso, é madeirense, tem orgulho nisso.

 

Não os ouvi dizer mal de Portugal, não os ouvi a falar mal da Madeira, algo tão raro no Continente. 

 

A expressão "... em Portugal nós...", pronunciada uma vez por um parceiro de viagem mais distraído, foi recebida com um sorriso simpático mas que que dizia tudo "nós estamos em Portugal". E sim nós estamos em Portugal e sentimo-nos em casa.

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