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Vida q. b.

A vida. Nem sempre escorreita mas também nem sempre difícil e onde sempre existe motivo para sorrir, mesmo que para disfarçar as lágrimas.

Vida q. b.

A vida. Nem sempre escorreita mas também nem sempre difícil e onde sempre existe motivo para sorrir, mesmo que para disfarçar as lágrimas.

31/08/16

A propósito dos estágios...

O IEFP está a efectuar auditoria interna e a pensar em como melhorar procedimentos.

 

Vale a intenção... Neste país os desonestos não param a nada.

 

O IEFP vai pagar diretamente ao estagiário? Não há problema para o desonesto que continuará a poder extorquir o dinheiro ao "estagiário"/escravo.

 

Em Portugal o problema não é só a Lei é a mentalidade tacanha de quem tem poder. Qualquer poder.

 

Atacamos os políticos e governantes pois são mais visíveis mas qualquer "Reizinho" é um "chico esperto" que usa a sua criatividade para evitar o cumprimento da Lei e/ou explorar o seu vizinho.

 

A Lei Portuguesa vai tentando "cobrir" todos os loops sendo mais e mais especifica mas é ilusória em si mesma. Os advogados privados, que atualmente trabalham para o Legislador, deixam os loops que lhe vão permitir "safar" os clientes e, como se pode ver pelos estágios do IEFP, a si próprios.

 

Entretanto observo o quase silêncio das Ordens Profissionais que forçam os jovens a aceitar esta situação exigindo-lhe um estágio para ingressar na Profissão e cujos membros são exactamente quem está a proceder irregularmente e a manter este regime de escravidão moderna.

 

Ordem de Arquitectos, Ordem dos Psicólogos, Ordem dos Advogados... onde estão elas a investigar? Onde estão elas a pensar em como melhorar procedimentos? Não estão por certo cegas a que o assunto lhes diz directamente respeito e que a sua intervenção e alteração de regras profissionais poderia fazer diferença.

 

Mas mantêm-se quase mudas e quedas, cúmplices de associados desonestos, manchando os seus associados honestos da sombra escura da suspeição geral que cobre a profissão.

30/08/16

Cansada...

Não fisicamente mas dentro, bem dentro.

 

Fui de férias, regressei para enfrentar um prazo apertado que, anualmente me atazana. Plataforma aberta de inicio de agosto a meados do mesmo mês, quando era professora era obrigada a tirar férias em agosto agora é o contrário.

 

Estou farta. Improdutiva. Desconcentrada.

 

Sinto-me mal exactamente por que estou improdutiva e desconcentrada.

 

A vida, uma corrente de horários a seguir aos outros, sem descanso, quase sem intervalo.

 

Ficar um dia de papo para o ar? A perspectiva parece apelativa não fosse que, em casa, fico doente. A cabeça doí, o corpo doí... estou velha, o excesso de descanso põe-me doente.

 

E estou perdida. Entre o trabalho e ficar em casa estou melhor no trabalho e... estou farta. Estou cansada. Sem saída ou solução.

 

Serei caso psiquiátrico?

26/08/16

Vou à Madeira

Está decidido. Vou à Madeira.

 

Quando iniciei os contactos para esta ida (ainda um simples plano não confirmado) a Madeira era a mais perfeita Pérola do Atlântico que quase todos os portugueses conhecia.

 

Entretanto a desgraça vermelha do fogo, qual Diabo no Paraíso, abateu-se sobre a ilha. O verde, deu lugar ao vermelho, e o vermelho ao negro, a sequência terrífica que nos ensombra anualmente aqui no Continente.

 

Surgiram-me dúvidas.

 

O dinheiro custa-me bastante a ganhar e, podendo contar apenas com o meu rendimento para providênciar pelo teto sobre a minha cabeça e a comida na minha mesa (já não falando nos impostos e taxas variados que a vujo pagamento todos somos obrigados), a consideração sobre se seria oportuno investir na visita a uma terra sofrida, queimada, destroçada, uma pálida imagem do que foi, não pôde deixar de me suscitar dúvidas.

 

Por outro lado nunca fui à Madeira, por isso sei que não ficarei desapontada pois tudo o que vou ver, queimado ou não, parcialmente destruído ou não, será novo.

 

Uma nova experiência, uma nova paisagem. Vou gostar? Decerto que sim, até porque é outro cantinho deste Portugal que amo que fico a conhecer, ainda que apenas um pouco.

 

Decidi, está decidido. Vou passear, vou visitar, vou descobrir... Madeira, em breve esta formiguita estará aí; quanto á terra queimada, não é cenário que me surpreenda pois é-me familiar, até demasiado, mas acredito que nessa ilha há tanto mais para descobrir.

24/08/16

Porque é que os gémeos não andam antes à caça de incendiários?

A tragédia abateu-se uma vez mais sobre o meu cantinho do Mundo.

 

Expectável para quem tem acompanhado os sucessivos incêndios que têm ocorrido, sempre com ignição no concelho de Abrantes:

 

- Casa Branca - em zona totalmente sem acessos, mesmo pedestres, num eucaliptal. Chega rapidamente a casas. Bombeiros, carros.

 

- Portelas/Alvega - ameaça casas. Muitos bombeiros mobilizados (um dos quais ficou ferido), muitos carros, dois meios aéreos

 

- Pego/Junto à Central - começou mas foi controlado e extinto rapidamente.

 

- Concavada - ainda na semana passada. Ameaça casas, muitos bombeiros mobilizados, muitos carros, um meio aéreo. Foi "encontrar-se" com a área já queimada no das Portelas.

 

- Fontes / Carvalhal /Sentieiras - ainda arde, desde ontem. Casas em risco, uma ardida (outra ardida parcialmente). Prejuízos e mais prejuízos.

 

Entretanto na Ponte de Sor um bêbado que conduziu sobre a jante criando faúlhas que pegaram diversos fogos, um deles que veio, num reacendimento, a provocar grandes estragos, é solto. Tratou-se de um acidente (?), a sério? Acidente? O homem tão bêbado que nem se apercebeu que tinha o pneu furado, que nem se apercebeu que o carro já seguia sobre a jante, ia a CONDUZIR (corrijam-me se estou enganada mas isto já de si é crime), podia ter morto alguém (seria homicídio a moldura penal certo?) como causou fogos foi APENAS um acidente. A sério?

 

Porque que é que o raio dos gémeos não andam antes à caça de incendiários? 

23/08/16

Que nuvem é aquela que se vê ao longe?

 

"É fogo, Senhor. Anda a arder... nas Sentieiras."

 

Os olhos são de quem não liga, para quem não tem relevância.

 

"É Agosto."

 

Não, não, isto não é como o calor que inevitavelmente nos queima em Agosto, isto é o que de forma fatal, mortal, nos tolhe as florestas, produtoras do oxigénio que respiramos, protetoras das nossas terras, pertença indispensável do nosso Mundo e do nosso País.

Isto é o que infelizmente aprendemos a conviver anualmente mas não, não é como o calor. O calor leva-nos à praia, ás piscinas, ás esplanadas; o fogo leva-nos à luta contra um monstro que nos devora, que nos leva à tristeza de paisagens negras e cinzentas onde a vida parece impossível.

Não, não é Agosto, esse é inevitável.

22/08/16

Calor...



Não pode ser normal que dentro da caixa metálica que fica à torreira do sol e a trabalhar todo o santo dia, que é o elevador público ali da estação ferroviária esteja mais fresco que cá fora.




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